Campanha visa apoiar trabalhadores que estão sendo essenciais neste momento. Imagem: PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) vem desenvolvendo uma série de ações para auxiliar no combate à pandemia de Coronavírus. Uma categoria de trabalhadores que recebe atenção é a dos caminhoneiros, com o lançamento da campanha “Siga em Frente, Caminhoneiro”. Em uma forma de colaborar, a corporação mapeou pontos nas rodovias federais pela Brasil onde existem comércios de alimentação, compras de mantimentos, borracharias e postos de combustíveis que os motoristas podem encontrar abertos neste período.
Acesse aqui o sistema para ver os pontos em todo o Brasil.

Na campanha Siga em Frente, a PRF disponibilizou os pátios em suas unidades operacionais (Postos PRF) para que voluntários distribuam alimentos na hora do almoço para os caminhoneiros que estão em viagem. Para agilizar a entrega e diminuir o risco de acidentes, os motoristas não descem dos caminhões. A entrega vai ser feita pelos voluntários na janela do veículo.
Confira aqui a lista de Unidades com atendimento.

Não há movimento de greve entre caminhoneiros
Em meio a pandemia, notícias falsas proliferam e causam medo entre a população já fragilizada. O mais recente é um vídeo disseminado pelo aplicativo de celular WhatsApp alertando sobre suposta greve dos caminhoneiros. A imagem editada mostra uma pequena carreata de caminhões, acompanhada de um áudio, que não foi gravado no local, dizendo que os profissionais irão parar a partir “de terça-feira”. Não há identificação de origem, tampouco do local ou do homem que está falando. Os veículos também não levam faixas com palavras de ordem que permitam reconhecer seu intuito.

A Federação dos Caminhoneiros Autônomos do RS (Fecam) declarou ao Ibiá que trata-se de notícia falsa. Seu presidente, André Luis Costa, garante que não há nenhuma indicação de movimento por parte das entidades. Ele acredita que o áudio esteja colocado sobre imagens da greve de 2018. “Estou em vários grupos de caminhoneiros e não tem esse indicativo. A maior parte das mensagens são de dúvidas de comportamento, situação de frete, pedágio e principalmente sobre a pandemia”, declara Costa.

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