Bozó morreu em decorrência de um AVC hemorrágico. FOTO: Arquivo Pessoal/Eduardo Kleinschimitt

Familiares e amigos se despedem hoje de Olávio Adalíbio Kerber, o Bozó. O ex-vereador faleceu na noite de domingo, dia 6, às 20h32min em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico ocorrido na última quinta-feira, dia 2, durante uma pescaria com amigos em São Jerônimo. Ele tinha 64 anos e estava internado no Hospital de Clínicas, em Porto Alegre. Seu corpo está sendo velado na igreja católica da comunidade de Macega. Às 16h desta segunda-feira ocorre missa com corpo presente e logo após será realizado o sepultamento.

Corpo Olávio está sendo velado na igreja na qual ele é padrinho do sino e de uma das janelas

Figura conhecida, Bozó foi vereador em Maratá por dois mandatos (de 1997 a 2000 e de 2013 a 2016), além de ter ficado como suplente nas últimas eleições. Ele era filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). Olávio era solteiro e morava com a mãe, de 88 anos. “A vida inteira ele viveu com ela e cuidava dela”, recorda a sobrinha Cheila Kleinschmitt, 27 anos. Além de trabalhar com a agricultura, ele fazia fretes com seu caminhão.

“Ele era muito participativo e muito querido pela comunidade”, reforça a sobrinha. Prova de sua participação na comunidade é que ele é padrinho do sino e de uma das janelas da igreja onde seu corpo está sendo velado. Segundo Cheila, seu tio sempre buscou ajudar quem lhe pedia algum auxílio. “Ele estava sempre disposto. E também não tinha ‘tempo ruim’, ele estava sempre feliz”, comenta.

O apelido Bozó veio em razão do apreço que Olávio tinha por Luiz Augusto de Aguiar, jogador de futebol conhecido por essa alcunha. Aguiar foi campeão brasileiro pelo Guarani em 1978 e teve passagem pelo Santos e pelo Flamengo. Dentro das quatro linhas, o marataense mostrou habilidade com os pés defendendo as cores do Gaúcho da Macega quando era mais novo. Bozó também era torcedor fanático do Grêmio.

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