ESPORTIVOS com motor 1.4 Turbo para quem quer desempenho com tecnologia

Comprar um carro novo torna-se uma das prioridades de quem quer adquirir maior autonomia na vida pessoal ou profissional. E especialmente por se tratar de um bem de consumo durável, com o qual a pessoa ficará por pelo menos alguns anos, o automóvel deve ser escolhido com cuidado. Assim como uma roupa, que agrada pelo preço, visual, conforto e praticidade, o carro também deve servir nas necessidades do proprietário.

CARROS pequenos, como o Onix Joy 1.0, é ideal ao solteiro que roda mais em sua cidade

Segundo o blog Rodobens, no check list do comprador deve constar planejamento financeiro, forma de pagamento, tipo de veículo, gastos com manutenção e expectativa de revenda. O Ibiá ouviu a mesma orientação do consultor de negócios da Sinoscar Montenegro, Igor Castilhos. Ele observou que pessoas têm perfis diferentes. Logo, a definição do carro ideal também seguirá critérios variados.

POR UM pouco mais, se leva tecnologia do câmbio automático e central mídia no Onix 1.4

Mas, esse leque se resume às necessidades de potência, espaço, acessórios, segurança e economia. O carro ideal para o solteiro, que dirige somente na cidade, algumas vezes para ir ao trabalho e eventualmente viaja para perto; não é o mesmo daquele quem tem família, faz longas viagens ou usa para trabalhar. O preço é fundamental, mas avaliar o retorno que pode ser conquistado com alguns reais mais também é útil.

Inclusive, dentro da relação custo-benefício, é possível escolher um automóvel com maior economia de combustível, sem abrir mão do desempenho. Igor Castilhos explica que hoje os motores estão cada vez menores, porém com mais potência, inclusive nos modelos de entrada 1.0. Um dos elementos garantidores são as seis marchas, presentes inclusive no GM Onix Joy 1.0.

Mais marchas e itens de série
Esse maior número de marchas permite tirar o máximo de potência em intervalos de mudança mais curtos. E o torque de arrancada se eleva graças aos “cavalos-força” (CV), que em um popular antes eram de 60, e hoje o Joy oferece 80 CV. E na faixa de R$ 40.000,00, o comprador leva ainda itens de série: direção elétrica progressiva, motor quatro cilindros, câmbio manual seis marchas, quatro portas com travas elétricas, vidros elétricos, ar-condicionado, freio ABS com EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e duplo air-bag frontal. Mas se ele decidir por um pouco mais, a marca oferece o Onix 1.4 com câmbio automático de seis marchas, também na versão Activ.

MINI vans, como a Spin LTZ, são carros para família e viagens por levar mais pessoas com conforto e segurança

Escolha um bem que pouco desvaloriza
O valor de mercado é uma especificidade pouco lembrada, mas muito importante para quem investe em carro. Basicamente, é composta pela pouca desvalorização na tabela Fipe, que garante o melhor preço de revenda, deixando nas mãos do cliente um trunfo para futura negociação. Neste quesito, o Onix assume a dianteira, juntamente com a liderança de vendas ao registrar recorde de 21,7 mil unidades emplacadas. “Ele vendeu o dobro do segundo colocado”, assinala Castilhos.

E quanto mais um carro vende, mais é valorizado na hora de ser revendido. Da mesma forma, o valor do seguro reduzido de um modelo popular passa a ser elemento de valorização. Quarto item a ser considerado é o baixo custo de manutenção. No caso do Onix, as três primeiras revisões programadas (30 mil quilômetros ou três anos) terão custo de R$ 1.348,00; que representa R$ 450,00 por ano.

Potência é igual a segurança e conforto
Se não houver a necessidade, o cidadão não vai comprar uma “máquina furiosa”. De toda forma, cabe contrapor esse raciocínio com o argumento “quanto mais potência, mais tecnologia embarcada”. Castilhos cita como exemplos o esportivo Cruze e a SUV Tracker, ambos com motor 1.4 Turbo e 153 cavalos. Antes, esse seguimento oferecia apenas 144 CV com um motor 1.8.

E é neste momento que o comprador precisa avaliar os itens tecnológicos que oferecem desempenho, segurança e economia. Os modelos GM citados trazem o desligamento automático em paradas. Em uma sinaleira, por exemplo, todos os equipamentos elétricos e eletrônicos, inclusive a climatização, seguem funcionando; enquanto o motor é cortado.

Assim que o motorista tira o pé do freio o motor religa imediatamente. O sistema inteligente não se aciona no chamado “para e arranca” dos congestionamentos. Outro item de conforto, e muita segurança na atualidade, é a partida remota. Ela permite acionamento do motor a 30 metros acionando o ar-condicionado e mantendo as portas travadas. Depois, com a chave guardada, basta apertar um botão na maçaneta e embarcar rapidamente.

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