Foto: Arquivo Ibiá

Queda alcança, em média, R$ 0,33 na gasolina e também ocorre no diesel e no etanol. Nova baixa deve ser registrada

Aos poucos os consumidores vão desembolsando um pouco menos ao abastecer os tanques dos veículos nos postos de gasolina. O motivo está nas constantes baixas nos combustíveis que saem das refinarias da Petrobras, que estipula seus preços conforme o mercado internacional, atualmente com tendência de baixa nos valores destes produtos.

Desde o início do mês, quando a reportagem do Ibiá conferiu o preço dos combustíveis na região, os motoristas pagaram menos por litro a cada semana. O diesel teve queda no preço, cotado na refinaria a R$ 2,1228 na data de ontem, 28, mantendo esta taxa por mais tempo frente aos valores da gasolina, que baixou várias vezes neste período e nesta quarta-feira estava cotada a R$ 1,5007, conforme a Petrobras.

Em três semanas, o valor médio cobrado pelo litro da gasolina comum nos postos de Montenegro baixou de R$ 4,869 para R$ 4,534. Conforme algumas bandeiras de combustíveis, as bombas podem ter um novo reajuste para menos ainda nesta quinta-feira, 29. Já o diesel S10, que custava em média R$ 3,787 no dia 7 de novembro, passou a ser comercializado por R$ 3,739 até ontem.

A variação de valores entre os estabelecimentos montenegrinos se configura no seguinte cenário: R$ 4,389 a R$ 4,59 para gasolina e R$ 3,599 a R$ 3,899 para o diesel S10. Outro fator determinante para uma nova queda é o valor de referência para cálculo e recolhimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o qual terá reduções em todos os itens a partir de sábado, 1.

Conforme os índices, a gasolina comum ainda deve cair mais R$ 0,17 por litro. Já o óleo diesel ficará R$ 0,10 menor com a incidência da nova alíquota do imposto. Mesmo que tenha grande queda nas refinarias, os combustíveis seguem caros aos consumidores. Isso fez a Agência Nacional do Petróleo (ANP) solicitar esclarecimentos às principais empresas distribuidoras sobre os preços dos combustíveis.

O prazo de resposta cobrado pela agência é de no máximo 15 dias. O argumento é que foi observada uma redução significativa de preços que não chegou ao consumidor. Vale lembrar que até chegar aos postos, os combustíveis têm vários processos e impostos que encarecem o preço na bomba.

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