Ao todo, hoje, Brique é integrado por 20 membros

Além do Festival de Churros, a maior parte das atividades que rechearam a Estação da Cultura de atrações neste domingo, 24, comemoraram o aniversário de nove anos do Brique na Estação – Arte e Artesanato. Feita em parceria com a Prefeitura, a celebração contou com música ao vivo de João Rohden e o oferecimento de diferentes serviços através de entidades parceiras.

Teve o Instituto Mix; teve posto de coleta de resíduos da EcoPila – a moeda ecologia da ACI; teve estande da Amoga; teve a Solução Fácil oferecendo diversão com realidade virtual; teve Jô Hair, com cortes de cabelo masculino, feminino e “pinta loko” infantil; teve a equipe do curso de enfermagem da Unisc; e teve, claro, muita arte e artesanato com os membros do Brique.

Comemoração também foi dia de comércio

Na celebração dos nove anos, a coordenadora, Elbia de Souza, lembra que tudo começou com quatro artistas que queriam se reunir para expor os quadros que pintavam. A partir dali, o quarteto começou a receber mais gente, passou a ser integrado também por artesãos, fez um estatuto e oficializou o Brique. Hoje, já são 20 membros “e está cada vez crescendo mais”, como destaca Elbia.

Composto de membros que não sobrevivem apenas da arte e do artesanato – a prática é uma paixão e também um importante acréscimo na renda – o Brique é exclusivo dos finais de semana. Ele se reúne na Estação da Cultura todos os primeiros e terceiros domingos de cada mês para promover o comércio. De aniversário, o desafio do grupo é aumentar a visibilidade da iniciativa junto a comunidade.

Para isso, já foi reativada a página do projeto no Facebook e as artesãs se organizam para, em todas as datas comemorativas, promoverem eventos relacionadas que chamem a atenção do público. A Feira de Páscoa, por exemplo, já está com data marcada e promete ser cheia de novidades. “Queremos fazer, assim, com que esse espaço da Estação seja uma coisa referencial, assim como já é o Parque Centenário”, frisa Elbia.

Teatro alegrou os pequenos

Também parte das atividades do domingo na Estação, foi apresentada a peça teatral “Circo de Horrores e Maravilhas”. O show ocorreu ao ar livre e encantou a criançada, com uma proposta um tanto peculiar: fazer o resgate dos antigos circos de horrores do século 19.

Produzida pelo grupo Oigalê, a apresentação trouxe à cena antigos formatos circenses como a figura da mulher barbada e das irmãs siamesas. Ela contou com um repertório musical executado ao vivo e, após, teve até um bate-papo com os organizadores sobre o processo de construção do trabalho. A realização foi do Sesc Montenegro, em parceria com a Prefeitura.

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