Vidro foi quebrado também em Brochier

Fim do sossego. Brochier e Maratá discutem ações para contornar o tema

Tidas como cidades tranquilas e pacatas, onde a violência costumava ser percebida somente pelo noticiário televisivo ou outros meios de comunicação, Brochier e Maratá começam a conviver com o aumento de pequenos casos de violência, como o recente episódio de vandalismo no parque municipal de Brochier.

No último domingo, em Maratá, uma família foi mantida refém e permaneceu alguns minutos sob a ameaça de quatro criminosos munidos de armas longas, na localidade de Esperança. A consequência disso é que os chefes do Executivo das duas cidades dispararam o sinal de alerta na área de segurança.

Em Brochier, chegou a ocorrer uma situação curiosa. O prefeito Clauro Carvalho resolveu mandar consertar o estrago feito por vândalos na concha acústica e parte da madeira do palco apenas agora por conta da proximidade do Rodeio na cidade, no início de abril. Ele admite que temia consertar antes e os espaços fossem vandalizados novamente.
Atualmente a prefeitura faz uma pesquisa de preços depois de ter feito o levantamento dos prejuízos. Como a compra ainda não foi feita, Clauro prefere não arriscar quanto será gasto. “A gente está trabalhando para identificar quem fez isso. Vamos fazer B.O. e chamar a pessoa para consertar”, adianta.

Para evitar novos prejuízos, o chefe do Executivo de Brochier estuda implantar um vigilante fixo ou mesmo colocar câmeras de monitoramento. Ele acredita que agora com a Brigada tendo efetivo completo na cidade, a situação pode voltar a ficar controlada. Entretanto, aconselha a todos que forem vítimas da violência, mesmo pequenos furtos, que as ocorrências sejam formalizadas, até para que a região possa cobrar mais policiamento.
Em Maratá, o prefeito Fernando Schrammel aponta três motivos para o aumento da violência na região: o aumento do desemprego, o aumento de câmeras em cidades maiores, que empurra os criminosos para regiões menos protegidas, e a diminuição do efetivo da BM. A aposta de Fernando é investir na tecnologia, com a implantação de câmeras para flagrar os veículos utilizados em ações criminosas.

Para tentar contornar a situação, ele revela que grupos de WhatsApp têm contribuído para agilizar a comunicação entre os moradores em caso de situações estranhas.

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