Foram cinco os bandidos presos durante o cerco na madrugada. Foto: Divulgação/BM

A Brigada Militar (BM) realizou na madrugada desta sexta-feira, dia 4, a prisão de cinco pessoas envolvidas no latrocínio ocorrido na manhã de quinta-feira, dia 3, na cidade de Feliz. Foram aproximadamente 15 horas de cerco até o encerramento com sucesso das buscas. Ao todo, foram seis presos acusados de participação do crime, sendo um deles encontrado ainda na quinta-feira, logo após o assalto, em Presidente Lucena.

Além de armas, BM recuperou relógios. Foto: Divulgação/NM

Dois dos assaltantes – um deles ferido – foram encontrados em um matagal na localidade de Capela do Rosário, no interior de São José do Hortêncio. Eles estavam armados e possuíam rádios na frequência da BM. Além deles, outros três criminosos foram presos tentando realizar o resgate de seus comparsas.

Com os bandidos foram apreendidos dois coletes balísticos, uma pistola 9mm com numeração raspada, um revólver calibre 38, munição, dois carregadores de munição 9mm com capacidade para 18 projéteis, um rádio de frequência, três celulares e sete relógios.

Quatro dos presos na madrugada foram apresentados na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Montenegro. O assaltante ferido está sob custódia no Hospital Schlatter, de Feliz. Todos os presos possuem extensa ficha criminal e são de Novo Hamburgo.

Crime resultou na morte de representante comercial

O assalto na ótica localizada no Centro de Feliz na manhã de quinta-feira, dia 3, resultou na morte do representante comercial Edevaldo Tonatto. O homem de 52 anos estava na loja quando ocorreu o crime. Ao tentar resistir à abordagem dos assaltantes ele foi baleado e não resistiu aos ferimentos, morrendo pouco depois de ter sido atingido.

Após a morte, os bandidos fugiram em direção a Linha Nova, abandonando uma Renault Duster na localidade de São Roque, no interior de Feliz. Ali, eles embarcaram num Chevrolet Onix e seguiram em fuga. Durante buscas na região, o motorista do veículo da GM foi localizado em Presidente Lucena e, nervoso, não conseguiu negar a participação no latrocínio. No seu veículo havia marcas de sangue, confirmando que um dos criminosos estava ferido.

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