Esperança da instituição é que, na segunda-feira, os ônibus voltem a estar disponíveis

A Prefeitura foi procurada para explicar a razão de não haver o serviço, mas não se manifestou até o final do expediente

O ano letivo começou com transtorno para os pais de alguns alunos da Associação de Pais e Amigos Excepcionais (Apae). Na quarta-feira (28), o primeiro dia de aula ocorreu sem o serviço de transporte escolar que seria disponibilizado pela Prefeitura. De acordo com a instituição, 80 famílias dependem da condução.

No dia de ontem, a reportagem tentou contato com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec) – responsável pelos veículos – para saber a razão de não haver o serviço, mas não obteve retorno até o final do expediente. No ano passado, quatro deles estavam disponíveis para os alunos da Apae. Um deles estava estragado no início das aulas, mas a situação foi normalizada. Em 2018, porém, não há transporte.

“Não querendo proteger, mas deve ter ocorrido algum contratempo”, opina a diretora da instituição, Naia Sehn. Ela conta que ficou sabendo que o serviço faltaria já na segunda-feira, obrigando a equipe a contatar família por família para alertar da situação. “Só ficou sem ser comunicado, quem não atendeu o telefone após muita insistência”, afirma. Não há confirmação sobre o que tenha ocorrido com os veículos, mas a esperança é que na segunda-feira eles voltem a estar disponíveis.

Apesar desta ser a semana de início do ano letivo, durante o período de férias, a Apae não fecha. Nesta época, eles atendem no chamado “Projeto Verão”, que funciona dois dias por semana. Para os participantes, não é disponibilizado o serviço de transporte escolar. Os responsáveis que dependam do atendimento precisam transportar os alunos por conta própria.

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