Veículo é escoltado pela Guarda Municipal

O veículo da secretaria municipal de Saúde de Montenegro está, nesse momento (15h20), na Central de Distribuição de Vacinas, em Porto Alegre, fazendo a retirada das doses do imunizante contra o novo coronavírus que virão para o Município. Ele é escoltado pela Guarda Municipal.

Está previsto um evento simbólico, na secretaria de Saúde, no bairro Timbaúva, para a aplicação das primeiras três doses: uma para funcionário do Hospital Montenegro, uma para funcionário do Hospital Unimed Vale do Caí e uma para funcionário da própria secretaria; todos profissionais que atuam na linha de frente contra a Covid-19 desde o início da pandemia no ano passado. A previsão é que o ato ocorra por volta das 18h.

O início da vacinação contra a Covid-19 inicia, efetivamente a partir de amanhã, pelos trabalhadores de saúde, pessoas com 60 anos ou mais em instituições de longa permanência (ILP), pessoas com deficiência institucionalizadas e população indígena vivendo em terras indígenas (não é o caso da comunidade de Montenegro). Cerca de 1.500 doses virão para o Município, segundo a Administração Municipal, priorizando, dentre os profissionais de Saúde, os que estão na linha de frente e em maior risco de pegar o vírus. Eles receberão a dose em seu local de trabalho; assim como os idosos e deficientes institucionalizados, que receberão a vacina nas instituições onde vivem.

A vacina a ser aplicada é a CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac; e adquirida pelo Ministério da Saúde para distribuição no Sistema Único de Saúde. Quem receber ainda precisará de uma segunda dose – já retida para a aplicação nesse mesmo lote – após um período de duas a quatro semanas da primeira.

Autorizada para uso emergencial pela Anvisa no último domingo, a CoronaVac tem eficácia geral de 50,38%, ou seja, cerca de metade da população vacinada, caso venha a desenvolver a doença, terá apenas sintomas muito leves, que não precisam de atendimento médico. Além disso, o imunizante é 100% eficaz para impedir casos graves e moderados – aqueles que necessitam de UTI e hospitalização. A porcentagem é de 78% para evitar casos leves, os que precisam de atendimento ambulatorial. O imunizante se mostrou seguro, com efeitos adversos mínimos e já esperados.

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