Agora, instituição é Escola Municipal de Ensino Fundamental Cívico-Militar Lena Rozi da Rocha Pithan

Alteração é parte do processo de implantação do modelo estadual no Município

Através de projeto de lei enviado pelo Governo Zanatta, a Câmara de Vereadores aprovou na sessão de quinta-feira, 31, a mudança de nome da escola Lena Rozi da Rocha Pithan, do bairro Senai. De “Escola Municipal de Ensino Fundamental”, oficialmente, ela se torna “Escola Municipal de Ensino Fundamental Cívico-Militar Lena Rozi da Rocha Pithan”. É mais uma fase do processo de implantação do modelo estadual de Escola Cívico-Militar (ECM) em Montenegro.

“Essa questão do nome foi uma formalização que o programa do Estado exige”, explica a assessora especial da secretaria municipal de Educação e Cultura, Riviane Buhler da Rosa. “Nós ainda estamos aguardando os trâmites do Estado quanto a seleção dos monitores, militares, para que eles nos encaminhem. Eles têm todo um processo de seleção que o Estado faz para encaminhar os profissionais”. De acordo com a assessora, os professores do Município seguem dando aulas na instituição após a implantação. “A questão pedagógica da escola é toda com o Município”, ressalta. A Administração projeta ter a implantação do modelo concluída a partir do segundo semestre.

Na Câmara de Vereadores, quinta-feira, a mudança do nome quase não foi votada em razão de um pedido de vistas protocolado pelo vereador Paulo Azeredo (PDT). O parlamentar disse ser a favor do projeto, mas argumentou entender ser necessário mais discussões sobre a implantação, de forma que ela pudesse contemplar estudantes de outros bairros, interessados no modelo cívico militar, e também analisar a situação de alunos do Senai que, talvez, não queiram estudar em uma instituição do modelo.

Responsável por intermediar a vinda da ECM ao Município, a vereadora Camila Oliveira (Republicanos) defendeu o projeto apontando que houve a discussão com a comunidade escolar, o Conselho Escolar e o Círculo de Pais e Mestres. Uma audiência pública realizada em fevereiro registrou a aprovação da implantação por 87% dos presentes. O pedido de vistas de Azeredo foi, então, rejeitado pelos demais vereadores; e o projeto sobre o nome da escola, aprovado com a abstenção de pedetista.

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