Há fatos que nos surpreendem tanto que não compreendemos a razão e perguntas surgem em nós. Para tais indagações encontramos respostas à medida que entendemos e aplicamos em nossa vida, os ensinamentos de Jesus.

Completando três anos, a linda menina feliz se encontrava. Brincava e corria alegre pelo jardim com tantos amiguinhos que vieram com ela festejar. Na hora de assoprar as velinhas, o pai, ao lado dela, disse-lhe: “Antes de cantar o Parabéns, escolha entre todos os presentes que aqui estão, aquele o qual você mais gosta. A menininha olhou as diversas opções de presentes lindos e coloridos que encantam até os adultos. Sem nada dizer e olhando fixamente para o pai, fez a escolha, estendendo a pequena mãozinha sobre a mão de seu pai. Nada disse! Simplesmente, assim permaneceu.

Como explicar este gesto de uma criança tão pequena, tão inocente e que da vida terrena ainda nada sabe? Um gesto espontâneo que embora simples, denota ensinamentos de Jesus, nosso Mestre e Guia, e nos conduzem a perceber valores morais e espirituais que estão contidos no seu pequeno coração.

Assim é a vida. Muitas escolhas a fazer, novos caminhos a seguir. Como acertar? Como errar e retomar? É em Deus que encontramos respostas e a paz interior necessária para sentirmos serenidade, assimilando as verdades espirituais contidas nas parábolas e entre elas, o Espírito de Verdade, apresentado e prometido por Jesus, no Capítulo VI do Evangelho, denominado O Cristo Consolador. “Se vós me amais, guardai meus mandamentos; e eu pedirei a meu Pai e Ele vos enviará um outro consolador, a fim de que permaneça eternamente convosco; …” (Evangelho segundo o Espiritismo, Cap. VI, O Cristo Consolador – Consolador Prometido).

É no estudo do Evangelho, na sua compreensão e vivência dos ensinamentos ali expressos, que encontramos o Consolador por Jesus prometido: o Espírito da Verdade, que nos conduz aos valores espirituais e morais, aqueles que necessitamos vivenciar no cotidiano, em nosso lar, trabalho ou onde estivermos. Valores que expressam perdão, amor, aceitação e resignação, assim como nos impulsionam, através da prece e da fé, a trilharmos a caminhada com serenidade e com a certeza de estarmos cumprindo nosso planejamento no caminho do bem.

E assim vamos nós, seguindo com Jesus, confiantes de que a reforma íntima é a razão maior da vida terrena. Para que aconteça, só depende de nós, do autoconhecimento e de fazermos as nossas escolhas, assim como a menininha o fez: ela escolheu o Amor!

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