Jesus é luz que ilumina tanto interior quanto no exterior. Somente quando nos aproximamos da luz é que podemos, de fato, conhecer quem somos e para onde caminhamos. Afastados da luz, tornamo-nos cegos e nos distanciamos da missão e do propósito de Jesus. Quando iluminados, somos chamados a viver a vida de Jesus de forma pública, ou seja, inseridos na realidade do cotidiano a fim de transformá-lo.
Na passagem do cego de nascença está o sexto sinal narrado pelo Evangelho de João. Para o autor, o relato não é um milagre, mas um sinal que aponta para além do fato em si. Esse episódio ocorre por ocasião da festa dos Tabernáculos, evento em que a iluminação desempenhava importante papel e que, portanto, contrastava com a situação de alguém cego, mergulhado na escuridão. O texto ressalta o contraste trevas (fariseus) e luz (Jesus).
O cego recupera a visão, enquanto os fariseus se tornam cada vez mais cegos, fechados em suas ideias fixas, incapazes de enxergar e reconhecer a diversidade e o diferente. A busca e a recuperação da fé constituem um processo em que as pessoas e comunidades vão se inserindo à medida que se abrem aos “sinais dos tempos”. A ausência dos olhos da fé é grande entrave que não permite ver as pessoas, as coisas, e o mundo com o olhar dado por Jesus.
Aqueles (as) que vivem na luz produzem frutos enquanto caminham: quais seriam os frutos? Bondade, Justiça e Verdade. Indiquemos em quais ações e comportamentos podemos encontrar os frutos da Luz.
Pe. Luciano Royer

Seguindo as orientações da Diocese de Montenegro, não teremos missas, encontros de catequese, encontros de grupo do dia 17 até a data de 3 de abril, quando teremos novas orientações para retorno das atividades pastorais/paroquiais.

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