Temos lido em jornais e revistas o apelo de alguns profissionais para o olhar mais crítico sobre a dependência tecnológica.
Os brasileiros têm a mais alta pontuação no gráfico dos que permanecem mais tempo conectados na rede. O que mais surpreende é a idade dos adictos à internet, supõe-se que é na adolescência, porém as pesquisas mostram que a maioria tem mais de 18 anos.
As estimativas mostram que 10% da população naveguem na internet de maneira exagerada, de dependência, muitas vezes de forma compulsiva.
Considera-se dependente da internet seja em jogos, seja em redes sociais tipo WhatSapp, Faceboock, blogs, Twiter e sites de relacionamentos, aquele que necessita estar a maior parte do seu tempo plugado. Assim como, os que deixam de lado os relacionamentos reais com pessoas, para estarem presentes na sala com outros internautas. Horas e horas consecutivas, sem crítica do tempo despedido nesta atividade.
Há casos em que a pessoa usa o tempo do trabalho, mesmo sabendo que é controlado pela empresa, para se manter conectado. O sujeito burla os códigos de acesso e faz uso de maneira esquiva e ilegal. Muitos são os relatos de pessoas que perderam sucessivamente os empregos por este motivo.
Em alguns lugares, como na China, esses casos são considerados como desordem psicológica similar ao alcoolismo, os drogaditos, os comedores compulsivos, os jogadores compulsivos, assim como os compradores compulsivos.
É importante que os familiares, que tem acesso a essas pessoas, mostrem o quanto estão envolvidos com o processo e o quanto deixam de participar de outras atividades e de contatos afetivos, de amizade e familiares.
Os principais sintomas são:
– Quando a pessoa demonstra uma preocupação exagerada com a Web;
– quando a única forma de satisfação é conseguida através deste meio de comunicação;
– quando colocam em risco as relações sociais e no trabalho devido à internet;
– quando apresentam esforços frequentes em vão, para dominar o uso de ficar conectado.
Portanto, esta ferramenta é fantástica e necessária, mas o bom senso e saber exercitar as relações humanas é essencial.

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