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Nova produção da Netflix retrata, na ficção, os desafios de uma sobrevivente ao massacre de Ruanda

Em abril de 1994, Ruanda se tornou palco para um dos maiores genocídios do Século XX. Fruto da interferência europeia na política e na cultura do país, o massacre colocou duas etnias locais, Hutus e Tutsis, em um confronto entre si, e resultou em 800 mil mortes nos primeiros cem dias. Esses grupos partilhavam de uma série de similaridades por falarem a mesma língua e seguirem um mesmo conjunto de tradições. Porém, sob influência do imperialismo belga, a minoria Tutsis instalou um governo extremamente excludente e hostil aos Hutus. Na década de 1960, durante o processo de descolonização, os belgas deixaram o território ruandês, e as mazelas do país foram atribuídas à população tutsi, que se viu perseguida e assassinada, pois o ódio entre as duas etnias havia sido cultivado. Para retratar as consequências desse episódio, chega dia 25 na Netflix a série “Black Earth Rising”.

Nessa produção original em parceria com a BBC, acompanha-se a investigadora legal Kate Ashby (Michaela Coel), uma mulher da etnia Tutsi adotada por uma família inglesa, em sua busca da verdade por trás de seu status como sobrevivente do genocídio em Ruanda. Nesse processo, entra em contato com Michael Ennis (John Goodman), um advogado americano que, após um complicado divórcio, tenta recomeçar no Reino Unido. Juntos, vão pôr em xeque o conceito de que certas informações merecem ser esquecidas.

Porém, quando sua mãe adotiva, Eve (Harriet Walter), uma procuradora na cidade de Haia, se prepara para conduzir uma ação contra um líder Tutsi por crimes cometidos durante a guerra, Kate teme que isto acarrete em graves consequências para o relacionamento das duas, pois se sente de certa forma pessoalmente atacada pela ação. Dessa forma, Kate se encontra dominada por emoções conflitantes acerca de suas origens e criação, ao mesmo tempo em que mergulha de cabeça em histórias rodeadas de perigo e intrigas sobre os bastidores do massacre.

Duro “de parar” de matar
Para os amantes de filmes repletos de ação e violência, estreia no dia 25 de janeiro na Netflix o filme “Polar”

O que aconteceria se o melhor assassino de aluguel do mundo resolvesse se aposentar? Essa é a questão principal do filme “Polar”, uma produção original Netflix que estreia na plataforma no dia 25 de janeiro. Com a direção do suíço Jonas Åkerlund e o roteiro de Jayson Rothwell, esta é uma adaptação da aclamada história em quadrinhos “Polar: Came from the Cold”, do autor espanhol Victor Santos.

O filme se passa no submundo criminoso de assassinatos políticos, por isso o que não falta são cenas de violência e muito suspense. Porém, não é só nisso que o enredo se baseia, conseguindo encaixar também alguns elementos mais românticos na narrativa. Assim, apesar de ser um filme para as pessoas que gostam de ação, “Polar” busca agradar também aqueles que preferem uma história romântica mais envolvente.

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Mads Mikkelsen (“Hannibal”) interpreta Duncan Vizla, um homem de idade avançada conhecido como Black Kaiser, que é simplesmente o melhor mercenário do mundo. Cansado dos seus dias de ação, Duncan decide se aposentar da empresa de assassinos na qual trabalhava e viver tranquilamente em seu chalé nas montanhas. Porém, quando os donos da empresa decidem conspirar contra ele para roubar seu dinheiro, Duncan começa a ser perseguido por jovens assassinos que desejam matá-lo. Assim, o protagonista se vê obrigado a usar de seus conhecimentos de anos como profissional para acabar com seus inimigos e proteger sua vizinha, uma mulher inocente que acabou sendo sequestrada pelos rivais.

Além de possuir um enredo envolvente e repleto de ação, “Polar” também instiga a curiosidade por seu elenco de peso. Além do protagonista Mads Mikkelsen, outros nomes famosos do mundo cinematográfico também contribuem para o filme. Dentre eles destacam-se Vanessa Hudgens (“Powerless” e “High School Musical”), Katheryn Winnick (“Vikings”), Johnny Knoxville (“Jackass”) e Richard Dreyfuss (“Tubarão”).

Muito além das fachadas
“Arq.doc” estreia no Youtube Premium para a alegria dos apaixonados por arquitetura e design

A arquitetura é tanto uma arte quanto qualquer outra manifestação cultural. Cada rascunho de edificação não é só um reflexo do momento histórico do local, mas quase um retrato do próprio arquiteto. Com isso, quem passa pelas ruas das grandes cidades está sempre exposto a inúmeras construções de importante significado à cultura nacional. Para falar mais de alguns desses marcos em arquitetura e design, chega ao Youtube Premuim a série documental “Arq.doc”, com estreia marcada para o dia 29 de janeiro.

A produção brasileira conta com a cobertura de algumas das obras mais icônicas do cenário nacional, como o Aeroporto de Vitória e a nova sede do SESC paulista. Cada episódio contará em vinte minutos todo o processo de criação desses marcos, com direito a entrevistas aos arquitetos responsáveis e alguns peritos no meio.

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Profissonais renomados a nível nacional e mundial, como Marcelo Barbosa, Gianfranco Vannucchi, Mario Biselli e Camila Mirapalhete estão entre os confirmados na primeira temporada. A série pretende fazer uma análise detalhada não só da beleza das construções, mas também de como elas se relacionam com a paisagem e as pessoas à sua volta.

“Arq.doc” não pretende brigar por espaço entre as séries mais populares, mas sim agradar profundamente os aficcionados por arquitetura, visto que a abordagem do assunto é bem técnica. Apesar do público-alvo ser um tanto restrito, a websérie pretende ajudar muitas pessoas a descobrirem uma vocação na arquitetura ao assistir os episódios. A partir da estreia, cada um dos onze capítulos será lançado quinzenalmente no canal. Para ter acesso a “Arq.doc” e diversas outras séries, o Youtube Premium conta com um plano individual de R$ 20,90 ou um familiar por R$ 31,90. O serviço inclui acesso irrestrito às produções originais, além de contar com o Youtube Music para streaming de música.

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