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No dia 28 de dezembro estreia “Louvor à Morte”, um drama sul-coreano original da Netflix que vai contar a triste história de dois amantes

Inspirada em uma história real, a nova produção original Netflix “Louvor à Morte” estreia dia 28 de dezembro para todos os países do mundo exceto aqueles em territórios asiáticos e falantes de inglês, onde a série já foi lançada. O roteiro é de Cho Soo Jin e a direção ficou sob responsabilidade de Park Soo Jin, famoso por dramas como “The Doctors” e “Dr. Romantic”.

A série de apenas três episódios se passa na década de 1920, quando a Coreia sofria com a ocupação japonesa que iniciara em 1910 e que se manteria até 1945, trazendo graves consequências para o desenvolvimento e modernização da região, sem contar com os crimes humanitários cometidos na época. É nesse cenário que se passa a trágica história de amor entre Kim U-jin (Lee Jong-suk), um escritor e dramaturgo muito importante, e Yun Sim-deok (Shin Hye-sun), a talentosa primeira soprano coreana.

Kim U-jin e Yun Sim-deok se conheceram no Japão e se apaixonaram em um curto período de tempo. Porém, o escritor, filho de uma família rica e de pais conservadores, já era casado. Além do matrimônio arranjado de Kim U-jin, Yun Sim-deok não consegue lançar sua carreira como cantora clássica ao voltar para a Coreia. Assim, mesmo sendo reconhecida por sua voz e seu enorme talento, teve que se tornar uma cantora pop e atriz. A série, cujo nome – originalmente “Hymn of Death”- faz referência a música mais famosa de Sim-deok “Eulogy of Death” (discurso da morte), vai acompanhar os dois jovens enquanto fazem de tudo para permanecerem juntos e lidam com as duras realidades da vida de artista.

Apesar da história dos dois ser bastante conhecida nos países asiáticos, já tendo adaptações para o teatro e cinema, muitos nunca ouviram falar do casal, principalmente na parte ocidental do planeta. A Netflix traz para seus 130 milhões de assinantes uma série que conta uma história de amor cativante e sentimental.

https://www.netflix.com/search?q=Louvor&jbv=81042804&jbp=0&jbr=0

Presença ameaçadora
“Montanha Mortal” chega à Netflix para contar um lado obscuro da produção de maconha

Desde a década de 1960, a temática acerca da legalização da maconha é uma constante nos debates em qualquer lugar do mundo. Nos últimos anos, muitos avanços foram feitos em prol da descriminalização desse narcótico, tanto para fins médicos quanto para recreativos. Como consequência dessas medidas, muitos produtores passaram a ganhar a vida legalmente com a droga, ao passo que outros ainda permaneceram na ilegalidade. Em especial, o condado de Humboldt, na Califórnia, expressa bem essa diversidade de produtores. A região é responsável pela produção de mais da metade de toda a maconha ilegal americana. Para contar melhor a história desse tenebroso lugar, a Netflix lançará dia 28 de dezembro a série documental “Montanha Mortal”.

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A região é um local muito atrativo para jovens dispostos a fazer tudo para mudar de vida, sob promessa de ganhar muito dinheiro. A área é conhecida por não ter praticamente nenhuma supervisão policial, e, com isso, está completamente à mercê de carteis e de vigilantes. Com essa presença fraca do poder público na região, muitas pessoas vão para a Montanha Mortal e nunca mais voltam.

Um dos inúmeros casos de desaparecimentos é o de Garret Rodriguez, um jovem que foi para a Montanha com o objetivo de conseguir economizar dinheiro e comprar uma casa para ele e o pai. Entretanto, após muito tempo desaparecido, Garret foi encontrado morto, e as equipes de filmagem do documentário acompanharam detalhadamente a perícia e prometem revelar ao mundo a chocante realidade da região. “Montanha Mortal” retrata uma faceta um pouco irônica da discussão a respeito da maconha. Ao passo que a droga é conhecida pela presença em movimentos hippies contrários à violência, o conteúdo mostrado nas filmagens indica exatamente o contrário.

https://www.netflix.com/fk/title/80217475

Liberdade em jogo
Original indiano chega à Netflix para retratar a tênue linha entre ambição esportiva e o assédio moral

Ao redor do mundo, diferentes esportes caem no gosto popular e se transformam em verdadeiros mercados, capazes de influenciar a economia de países. Enquanto no Brasil o futebol possui esse papel de destaque, na Índia o críquete é a paixão nacional. Derivado do softball, o jogo é uma invenção dos nobres ingleses que chegou à Índia durante o período colonial. Por necessitar de amplos espaços e equipamentos caros, tratava-se inicialmente de uma prática elitista. Porém, com o passar dos anos, o esporte se democratizou e atualmente é possível encontrá-lo tanto nos grandes centos urbanos quanto nas áreas rurais. Com uma temática diferente do que normalmente é feito em Bollywood, chega dia 28 de dezembro na Netflix a série “Manju”, inspirada no livro homônimo de Arvind Adiga.

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A produção acompanha a história de dois garotos, Radha (Yash Dholye) e Manjunath (Mohammad Samad). Desde pequenos os dois são submetidos a intensos treinamentos pelo pai, Mohan Kumar (Rajesh Tailang), um homem controlador e violento que busca realizar nos filhos o sonho que nunca alcançou: tornar-se parte da seleção indiana de críquete. Quando Manju completa 15 anos, ele e o irmão se mudam com o pai para Mumbai para participar de um clube na região e, assim, atenderem as exigências necessárias para o dia da seleção, em que serão oferecidos contratos profissionais a apenas três garotos. Só há um empecilho nos planos paternos: Manju detesta o esporte e adquire um papel secundário na jornada de seu irmão ao estrelato.

Na nova escola, os garotos encontram um ambiente muito diferente do qual estavam acostumados, com um treinador que valoriza o coletivo, e entram em choque com a filosofia individualista do pai. Além disso, para agravar a situação, Manju encontra no maior rival de Radha, Javed (Karanvir Malhotra), uma nova amizade que lhe ensinará sobre autoconfiança e liberdade, conceitos nunca antes explorados na rígida estrutura familiar do jovem.

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