Aaaaaaaaahhhh… eu sou gaúcho! Sim, somos um povo orgulhoso o ano todo. E gritamos isso para quem quiser ouvir. Esse sentimento é percebido e reconhecido por todo o Brasil e até fora dele. Mas é no 20 de Setembro que nosso coração cresce em orgulho. Estufamos o peito para brindar nossas – muitas e grandiosas – façanhas. Do guri ao ancião, todos reconhecem o valor da nossa tradição.
Reconhecemos nossas qualidades e lutamos contra aquilo que não está certo. Vestimos trajes típicos, visitamos acampamento, fazemos fogo de chão, tomamos mate. Domingo tem cheiro de churrasco e jeito de encontro de família. Roda de chimarrão é muito mais do que o passar uma cuia de mão em mão. É a reunião da família e dos amigos. E toda a simbologia que isso traz.
Tradição é economia. Durante todo o mês de setembro, vemos mais pessoas utilizando pilcha pelas ruas. Isso, além de ser algo representativo e característico do nosso povo, também movimenta o comércio, dando importância econômica à cultura farroupilha. Tradição é educação. Porque está junto das nossas crianças, de muitas formas – incluindo a dança – durante toda a infância e a adolescência. Nem todas essas crianças se tornarão adultos tradicionalistas. Mas todas elas, sem exceção, terão, na formação do seu caráter, essa grandiosa contribuição cultural.
Falamos, na edição desse 20 de Setembro, do Desfile Farroupilha, do reflexo da tradição no comércio e das invernadas mirins que garantem o tradicionalismo de amanhã. Que esse gauchismo se mantenha forte e que, no futuro, possamos comemorar novas façanhas, fontes de muito orgulho em ser gaúchos.

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