Planejar o futuro ainda não é um dos principais hábitos dos brasileiros. Em geral, as pessoas sabem que querem um bom emprego – ou abrir seu próprio negócio – uma casa própria, um veículo, viajar. Mas pouco se planeja além desses passos. Há dificuldade em prever acidentes ou riscos ao longo da vida. Temos uma tendência, culturalmente enraizada, em não querer pensar no pior, e até achar que esse pensamento pode atrair más energias e fazer com que algo de ruim aconteça.
Esses mitos nos levam a negligenciar riscos comuns do dia a dia, impedindo que imprevistos sejam rapidamente sanados. Não pensamos na possibilidade de ficarmos doentes ou desempregados, de um acidente de carro ou de um incêndio em casa. Ninguém quer que isso aconteça. Mas, caso acontecesse, já parou para pensar o quanto você estaria preparado?
Uma reserva de emergência, uma poupança e/ou um seguro são essenciais para que, em caso de dificuldades como essas, estejamos preparados e amparados para dar a volta por cima, contornar o problema sem maiores dificuldades e conseguirmos recomeçar. O Seu Bolso desta edição, nas páginas 8 e 9, fala exatamente sobre as características de cada tipo de seguro. E, felizmente, os jovens estão cada vez mais atentos ao seguro de vida, por exemplo, com a consciência de que ninguém está livre de um acidente.
São custos que parecem altos, mas que, no momento em que precisam ser acionados – e ninguém está livre de necessitar – acabam compensando. Escolher a melhor opção para a sua realidade é algo muito particular. Depende das suas características, inclusive financeiras. Por isso, essa análise precisa ser feita com o respaldo de profissionais éticos e capacitados. Independente de qual for a melhor opção para a sua realidade, o ideal é se previnir e garantir o amparo no momento de necessidade.

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