É período de volta às aulas. É tempo de folhear cadernos e livros novos, revisar conteúdos passados, conferir o estojo e, principalmente, renovar a dedicação à escola. E não estamos falando apenas dos alunos. É tempo dos pais se lembrarem de acompanhar a rotina de seus filhos, observar seus avanços, incentivar, cobrar empenho e estar junto deles em seu desenvolvimento. Não adianta preocupar-se lá no final do período letivo, quando as notas vermelhas se acumulam e a reprovação é iminente.

Mas nem só de estudantes dedicados se faz uma “pátria educadora”, como já foi slogan no país. É preciso que os educadores se lembrem a cada dia da importante missão que têm nas mãos. Independente das dificuldades que a profissão impõe, são eles que, muito além de conteúdos didáticos, transmitem lições de cidadania e fortalecem a esperança de uma sociedade melhor.

Para que essa engrenagem funcione, no entanto, é preciso que os gestores ofereçam à educação o prestígio que ela merece. Escolas não podem estar sucateadas, mestres merecem boa remuneração e salário em dia. Merenda escolar não pode faltar e necessita ser de qualidade. Bibliotecas devem estar abertas, assim como os laboratórios de informática. A educação consome muitos recursos de Municípios, Estado e União. E é justo que seja assim, já que se trata de uma das mais importantes ações públicas e a que mais retorno traz à sociedade.

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