Vivemos em um país privilegiado. Temos potencial de energia eólica, solar e hidrelétrica, além de uma biodiversidade gigantesca com biomas variados, a Amazônia, com sua diversidade estratégica e potencialmente econômica pela possibilidade de produção em biotecnologia, genética, farmacologia, cosméticos. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente aponta a economia verde como a grande tendência que moldará o futuro, aliando responsabilidade social, econômica e ambiental. O Brasil é uma potência nesse quesito e pode, com esforços do setor público e privado, ser referência no mercado internacional. Em larga escala, pode parecer algo intangível, mas se pensarmos no dia a dia da cidade, é uma tendência que pode gerar bons frutos. A prioridade dada aos produtores locais quando consumimos alimentos, por exemplo, já é um exemplo básico disso.

E para que a consciência ambiental seja cada vez mais forte nas próximas gerações, é preciso plantar a sementinha agora. Um dos lugares ideais para desenvolver a noção de valorização ambiental é, entre todos os outros que a criança frequenta, a escola. É ali que as relações sociais se formam, que o conhecimento é processado e é também, onde os pequenos aprendem a refletir sobre os impactos de suas ações. Fomentar a reflexão e a busca por soluções ambientais que sejam aplicáveis no dia a dia é, também, uma maneira de contribuir para que a nossa economia, no futuro, seja cada vez mais verde e respeitosa com o meio ambiente. Por aqui, felizmente, as equipes educativas estão lotadas de profissionais criativos e com vontade de mudar o mundo através da educação das próximas gerações. Por isso, o projeto Sala Verde destacará escolas, professores e alunos que se dedicam a encontrar soluções práticas de problemas relacionados ao meio ambiente. Essa é uma forma de o jornal dar visibilidade às ações e ajudar a ampliar a consciência ambiental nas crianças, mas também em toda a população montenegrina.

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