Em quais condições você espera que o nosso planeta esteja daqui alguns anos? Será possível tomar chimarrão sob uma árvore ou o ar das ruas já estará tão poluído que isso se tornará impraticável. Habitaremos cidades sustentáveis ou seremos obrigados a viver no meio do lixo? Teremos água para beber? Será que ainda dependeremos de combustíveis poluentes para nos locomover?
A maior parte dessas perguntas é respondida de pronto pela maioria das pessoas. Todos querem viver num ambiente que proporcione bem-estar. Mas o que fazemos para isso se concretizar? Na edição de hoje publicamos o caderno Vida Mais Sustentável que, em uma das matérias, inspira a pensar sobre isso. A central de triagem de lixo recebeu melhorias, trazendo melhores condições de trabalho a quem atua por lá. Nada, porém, conseguiu resolver um grande problema a esses trabalhadores: o lixo doméstico e não reciclável que chega lá. A solução viria sem custo algum. Basta esclarecimento e empenho de cada um na separação do lixo para que esse seja levado pelo caminhão correto.
Sabemos que muitas medidas que ajudariam ao meio ambiente vêm de ações governamentais. Que o esgoto não vá direto aos rios, sem um tratamento, é um deles. Mas há questões – entre elas a da separação do lixo – que podem e devem ser prioridade a cada cidadão. É apenas lixo, alguns podem pensar. Mas, na realidade, é todo um planeta que não suporta mais ser maltratado por aqueles que o habitam. A conta desses pequenos descuidos cotidianos é alta e sofrida por todos. Vale a reflexão. E, principalmente, fazer aquilo que lhe cabe.

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