Carlos Eduardo Vogt
Enfermeiro

Retornamos então à casa dos simpáticos e famintos quatis para tomar um café e tirar mais algumas fotos. Naquele momento, bastante movimento no local, para a felicidade dos gulosos bichinhos, que andavam de bando atrás das pessoas que davam alimentos. Um deles, bem gordinho, lembrava a Lolinha, minha filha de quatro patas.
Sem mais delongas, até porque o frio estava apertando, tomamos coragem e iniciamos a descida. Paramos no mirante de metal que há logo no começo para admirar um pouco mais a beleza daquele lugar, esculpido entre vales. Mais algumas fotos e vamos Serra abaixo.
Durante as pesquisas sobre o passeio, todos eram enfáticos em dizer que não poderíamos depositar 100% de confiança no sistema de freios, já que o declive faz com que haja superaquecimento que poderá ocasionar pane e perda dos freios. Não seria nada interessante naquele momento, então, novamente em segunda marcha, alternava o uso dos freios dianteiro e traseiro, nunca deixando a moto no neutro, sempre na segunda marcha. Descemos a Serra toda atrás de um grande caminhão e aí podemos ver a importância para quem está subindo, de prestar muita atenção.
Muito cansados, retomamos à pousada. O passeio foi um sucesso. Nossa corajosa motoca se comportou muito bem, mostrando que, apesar de não ser muito confortável, não precisamos de uma moto grande para nos aventurarmos por aí, sentindo a liberdade do motociclismo.
E respondendo à pergunta que fiz no começo: vale muito a pena conhecer a Serra do Rio do Rastro!
Nós fomos de moto, mas de carro o passeio deve ser muito legal também. Queremos levar minha mãe e o Lucas agora para essa aventura, mas aí, de carro, pois ainda não temos uma moto com quatro lugares.

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