Estamos na reta final deste ano, que foi marcado por tragédias bizarras, que certamente poderiam ter sido evitadas, não fosse o dinheiro falando mais alto. Aliás, quanto será que vale uma vida?
Mas 2019 teve bastante coisas legais!
O ano que está quase no fim teve algumas melhorias no país como um todo. Há muito o que melhorar ainda, mas não são 12 meses que determinam mudanças. Quando aqueles jovens cabeludos pregavam paz e amor no famoso festival de Woodstock, jamais iriam imaginar que seus brados seriam ouvidos, anos depois. Na geração seguinte, não houve guerras e tudo começou a se encaixar. Mérito daqueles loucos que eram “paz e amor”?
Vai saber!
Depois das duas grandes guerras, a ascensão dos grandes países se deu no comércio. Enquanto isto, na província brasileira, estávamos parados num tempo onde havia tudo para sermos prósperos, iguais os vizinhos do andar de cima, não fossem os próprios moradores optarem por tirar vantagem em tudo.
Em 2019, sentimos os reflexos de gerações e gerações que só se preocupam em gastar dinheiro público em próprio benefício ou beneficiando poucos puxa-sacos. O que fatalmente ainda irá ocorrer por alguns anos.
Estamos quase em 2020 e para quem achou que o mundo iria acabar, não lembro exatamente quando, deve ser frustrante. Frustrante é também saber que há um mundo de informações e não temos controle sobre o que é mentira e o que é verdade. Precisamos investigar as fontes de onde saem as notícias e presumir que sejam idôneas, o que hoje, no Brasil, é quase impossível.
Ao contrário de muitos, queria poder ver nosso país crescendo, sendo referência em saúde, educação e segurança. Queria ver professores brasileiros sendo candidatos ao Prêmio Nobel e não apanhando em sala de aula. Ver polícia tendo poder de polícia e não morrendo por hesitar em atirar em bandidos. Queria que a população não adoecesse por falta de saneamento, mas, se ocorresse, que tivesse tratamento de primeiro mundo.
Eu, às vezes, quero demais!

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