Carlos Eduardo Vogt
Enfermeiro

Nos últimos tempos, a mídia vem se dividindo entre aqueles que são favoráveis e contrários ao dasarmamento total do cidadão de bem. Os favoráveis brigam pela flexibilização e os contrários, pela lógica, brigam para mostrar o quão nociva uma arma é.
Independente das opiniões, uma arma não é nociva e muito menos perigosa, desde que seja manuseada por quem saiba usá-la e principalmente, quando usá-la.
Armas não disparam sozinhas!
E tendo dito isto, digo que o projeto de lei boicotado pelos nobres “donos” do país serve unicamente a seus interesses políticos, já que tudo o que vier do presidente, bom ou mau, será barrado por motivação política. Eles não pensam no Brasil, pensam apenas em seus partidos e em seus umbigos. Quase todo o político não é livre para pensar. São mandados e orientados a fazer o que querem seus partidos e, nisto, perde o país e quem, de bom coração, quer apenas o direito à defesa.
O projeto que visa flexibilizar a posse de arma nada mais é do que favorecer que todo e qualquer cidadão que deseje ter uma arma possa adquiri-la e tê-la dentro de sua residência, para, na iminência de um assalto, poder defender sua família. Mas, antes de tudo, deverá o cidadão passar por teste de tiro, psicológico e comprovar a necessidade de ter a arma.
Tal medida seria benéfica para os que são contra as armas, uma vez que, se o cidadão não for estúpido a ponto de colocar um cartaz na frente de sua casa contra o armamento, bandidos pensariam duas vezes antes de invadir casas, com medo de serem alvejados pelas armas, compradas de forma legal, por pessoas idôneas.
Mais uma vez, eu digo que perdem o Brasil e os brasileiros, para os partidos políticos. E não serão apenas armas. Tudo o que vir do presidente Bolsonaro será vetado pelos partidos, atrasando a evolução e o progresso da nação.
Lamentável!

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