Cuidado com as águas-vivas nessa época do ano deve ser redobrado

Com a chegada do verão, onde a maioria da população aproveita a época para tirar suas férias e curtir a praia, o cuidado com as águas-vivas deve ser frequente no mar. Os incidentes com esses animais ocorrem diariamente. Até a metade do mês de janeiro, o número de banhistas queimados por águas-vivas no litoral gaúcho passou de 50 mil e é por isso que devem estar sempre atentos.

Algumas águas-vivas podem até chamar atenção por cores vibrantes como as temidas Caravelas-Portuguesas, mas não se engane. Essa espécie pode ter tentáculos de até 20 metros de comprimento.

As águas-vivas, como o nome já sugere, são quase translúcidas e assim, muitas vezes difíceis de perceber por perto. Quando o queimado se dá conta, o local já está em ardência forte. Ao encostarmos nos tentáculos desses animais, eles liberam o veneno que queima.

Nunca se engane com águas-vivas aparentemente mortas na areia, elas também podem queimar fora da água. A orientação é para enterrá-las, pois alguém pode acabar pisando, com intenção ou não, e se queimar.

Queimaduras de águas-vivas devem ser tratadas com atenção, pois podem ser graves

Abaixo, veja algumas dicas de como agir e, principalmente, o que não fazer em caso de queimadura.
1 -Lave o local com água do mar e NUNCA com água doce, pois essa pode piorar o nível da queimadura;
2- Em caso de contato com uma água-viva, busque atendimento em um posto ou salva-vidas;
3- Coloque vinagre sob a queimadura, pois esse é o melhor produto para diminuir o efeito do veneno e também a dor. Qualquer tipo de vinagre serve. Não o dilua em água e faça compressas por alguns minutos;
5- A história de colocar xixi na queimadura é mito. O ácido não é suficiente para atenuar o veneno e a dor;
6- Não esfregue as mãos na área afetada;
Se for observado algum tentáculo grudado na pele, pede algum objeto e retire com muito cuidado para não machucar ainda mais o local.

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