Foto: reprodução internet

Com o Verão se aproximando, as altas temperaturas e o calor acabam exigindo da população mais cuidado com o maior órgão do corpo humano: a pele. Nesse período do ano a radiação solar incide com mais intensidade sobre a terra, aumentando o risco de queimaduras, câncer da pele e outros problemas.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia, a SBA, ressalta que além do filtro solar, no verão é importante usar chapéu, óculos de sol e roupas de algodão nas atividades ao ar livre, já que eles bloqueiam a maior parte da radiação UV. Por outro lado, tecidos sintéticos, como o nylon, bloqueiam apenas 30%. Outra orientação importante é em relação ao horário de exposição solar durante – evitar período de 10 e 16 horas.

Na hora de se proteger, a escolha do protetor certo ainda é um desafio para a maioria das pessoas. A dermatologista, Daiana Fontoura Decusati, explica que dentre as tantas opções presentes no mercado, nessa hora, é preciso levar em consideração a rotina e o orçamento disponível de cada pessoa.

“O protetor deve ter um fator de proteção de no mínimo 30 [a indicação para FPS muito altos ficam para pacientes que possuem doenças que pioram com o sol], ter fácil aplicação e reaplicação. É importante saber qual o tipo de pele do paciente, identificar quais as atividades ele desenvolve durante o dia para melhor adequação e que, além da proteção UVB, o produto também tenha proteção UVA”, ressaltou a especialista. “Crianças com menos de 6 meses não podem usar protetor solar ainda, logo não podem ficar expostos na praia ou piscina”, acrescentou.

Grande aliado da pele durante os dias mais quentes, o protetor deve ter uso diário. De acordo com a SBD, o produto deve ser aplicado 30 minutos antes da exposição solar, para que a pele o absorva. Ainda, é importante lembrar de reaplicá-lo a cada duas horas de forma uniforme em todas as partes de corpo, incluindo mãos, orelhas, nuca e pés. Porém, esse tempo diminui se houver transpiração excessiva ou se entrar na água.

Atenção às doenças
A combinação do sol, areia, praia, piscina e excesso de suor elevam o risco de algumas doenças, entre elas manchas, queimaduras e problemas causados por fungos. No caso das machas, elas surgem devagar e, quando menos se espera, lá estão elas. Representam danos que os raios solares causaram na pele e aparecem com o tempo, principalmente nas áreas expostas da pele.

As infecções causadas por fungos podem ocorrer na pele, unhas e cabelos. Quando encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como calor, umidade e baixa de imunidade, estes fungos se reproduzem e passam então a causar a doença. Os pés, a virilha e as unhas são os lugares mais comuns, mas isso não significa que outras partes estejam imunes.

Já a queimadura de solar é caracterizada por uma inflamação que pode apresentar-se como mancha avermelhada ou mesmo bolhas no local acometido. Seus sintomas são dor, queimação, ardência, pinicamento, mudança de textura da pele.

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