Rodrigo Griebeler com seus colecionáveis da saga Star Wars

Há exatos 40 anos, a saga épica Star Wars, em uma galáxia distante, era lançada, em 25 de maio de 1977. Desde seu nascimento, com Star Wars – Episódio IV: Uma Nova Esperança, o universo de sabres de luz – com batalhas, força e o lado negro dela, saga espacial do bem contra o mal – criado por George Lucas continuou a expandir-se ao infinito – assim como o próprio universo ficcional.
Isso porque a produção, que arrecadou além do estimado nas bilheterias mundiais, continua sendo uma das mais influentes e lucrativas produções. Com um legado de fãs no mundo inteiro, a história, que traz personagens humanos como a princesa Leia, Luke Skywalker e Darth Vader, criaturas como o mestre Yoda, Chewbacca, Jabba the Hutt e robôs, como o R2-D2, vai sendo passada de geração em geração.
Encantado pelo mundo espacial de Star Wars, Rodrigo Griebeler, publicitário e músico, conta que a história começou a fazer parte de sua vida ainda na década de 80, antes de seus 10 anos de idade. “Minha mãe me levou no antigo cinema de Montenegro para assistir. Lembro vagamente que ela passou o filme todo me contando o que acontecia, pois era legendado. A Saga Star Wars, oriunda da mente genial de George Lucas, é considerada uma ‘Ópera Espacial’. A história toda gira em torno da família Skywalker, a luta do bem contra o mal – A Força e o Lado Negro da Força- e disputas políticas para controlar o universo”, explica.
Há muitos personagens marcantes nos filmes. Rodrigo destaca o icônico Anakin Skywalker – que se transforma no vilão Darth Vader quando deixa de ser Jedi e passa para o Lado Negro da Força – e o mestre Yoda, além dos andróides C3PO, R2D2 e BB8.
“O que me fez apaixonar pela saga foi a constante luta do bem contra o mal, a fé em uma força invisível que rege o universo, os poderes que os Jedis e os Siths desenvolvem, as sensacionais lutas de sabres de luz, que lembram as lutas samurais, as perseguições e batalhas no espaço e dentro dos planetas, além das disputas, falcatruas políticas – que muito se assemelham com o momento que vivemos no Brasil – e o drama da família Skywalker que luta com seus próprios parentes seduzidos pelo mal”, conta, deixando claro todo seu fanatismo.

Invadindo o mundo
Como a saga foi um sucesso, livros, brinquedos, jogos e diversos itens foram lançados sobre Star Wars. Rodrigo coleciona muitos desses objetos e não deixa sequer os filhos chegarem perto. “Outra coisa interessante que aconteceu foi o universo paralelo Star Wars. Nesse universo, foram lançados desenhos animados contando histórias paralelas, mas com ligação com os seis primeiros filmes. Os filmes também foram lançados fora da ordem pois, segundo George Lucas, dessa forma eram mais viáveis comercialmente e aceitáveis para a época. E os efeitos especiais, no final dos anos 70, não eram tão sofisticados para lançar os filmes na ordem. George foi pioneiro no uso de maquetes para criar batalhas espaciais e diversos outros efeitos”, conclui.

Assim foram lançados os filmes
Star Wars IV – Uma nova esperança -1977
Star Wars V – O Império Contra-ataca -1980
Star Wars VI – O Retorno de Jedi -1983
“Com essa primeira trilogia, já se fecha um ciclo, uma história se completa nesses três episódios. Luke Skywalker derrota seu pai Darth Vader. Os rebeldes derrotam o Império”, diz Rodrigo.
Star Wars I – Ameaça Fantasma 1999
Star Wars II – O Ataque dos Clones -2002
Star Wars III – A Vingança dos Sith – 2005
Nesses três, segundo Rodrigo, a vida de Anakin Skywalker é mostrada desde quando o império era república, como ele se tornou um Jedi e depois passou para o lado negro da força.
“A Vingança dos Sith, de 2005, na minha opinião, é o melhor filme de toda a série. Nesse longa, Anakim se volta para o lado negro da força”, enfatiza.
Em 2015, foi lançado Star Wars – O despertar da Força e, em 2016, Rogue One – Uma história Star Wars. “Tem muito mais por vir”, termina o fã.

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