Uma das nonas séries conclui a apresentação na última sexta-feira, no Januário

O professor de Português Ataulfo Escher propôs projeto de pesquisa e elaboração de conteúdo jornalístico aos alunos

Matheus Vargas, Augusto Hillesheim e Luís André Corá também participaram do projeto realizado durante as aulas de Língua Portuguesa

A Escola Estadual Coronel Januário Corrêa ganhou um grande projeto há duas semanas, desenvolvido durante as aulas de Português. Com o propósito de introduzir a pesquisa aos alunos do 9° ano, o professor Ataulfo Escher propôs uma produção textual jornalística a duas turmas. O conteúdo didático da disciplina deu todo o suporte necessário para a realização. Diversas propostas foram tratadas sob a temática “jovens e a tecnologia”, como comportamentos e saúde física e mental de quem se expõe excessivamente ao uso de celulares e computadores.

E o produto, a reportagem, foi construída trazendo os dados coletados, em números, pelos 54 alunos, com imagem e box de informações complementares. Ataulfo auxiliou as duplas na formulação de cinco questões da enquete. A aplicação foi feita pelos alunos pesquisadores junto aos próprios estudantes da instituição, entre 12 e 17 anos, e serviu, principalmente, para comprovação da tese pesquisada.

Yasmin Aminie e Isabele Zamboni abordaram relacionamento virtual e tempo gasto em redes sociais no projeto no Januário

As alunas Isabele Zamboni e Yasmin Aminie, ambas de 14 anos, escolheram, cada uma com sua dupla, relacionamento virtual e o tempo que os jovens gastam utilizando as redes sociais, respectivamente, para abordar. Já Luís André Corá, 15 anos, descobriu, a partir de seu trabalho, que 100% dos jovens entrevistados convive mais com amigos virtuais do que reais. Para ele, o projeto foi importante porque ajuda a transmitir uma informação clara e objetiva sobre determinado tema.

A dupla Augusto Hillesheim e Matheus Vargas, 14 anos, interessou-se pela juventude e a dependência tecnológica. Ambos descobriram que 90% do público entrevistado se mantém conectado ao telefone e não trocando experiências reais.

De acordo com o professor idealizador da proposta, os conteúdos do livro didático podem ser complementados com outras propostas e pesquisas. Tudo para construir o conhecimento em um ambiente familiar e de interesse do aluno. Em algumas aulas, de acordo com ele, é possível, inclusive, utilizar moderadamente o celular para buscas referentes às atividades propostas.

Na próxima semana, as matérias produzidas pelos estudantes serão fixadas no mural da escola e poderão ser apreciadas por todos.

 

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