Maria Janete Bernardes Francisco, Elis Júlia Floss e Sidnei das Chagas Souza visitaram o terreno onde campo esportivo poderá ser construído. Comunidade escolar está ansiosa pela implantação da melhoria para os alunos

Inaugurada há quase um ano e meio, no bairro Estação, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Ana Beatriz Lemos ainda não tem espaço para a prática de esportes e atividades de lazer para os seus alunos. E desde sua abertura, em agosto do ano passado, essa é uma vontade da comunidade e da direção da instituição.

O assunto foi debatido durante um encontro na escola, com a participação do diretor de Desporto de Montenegro, Sidnei das Chagas Souza; da diretora da escola, Elis Júlia Floss; e da coordenadora da Pastoral da Criança no bairro, Maria Janete Bernardes Francisco. O objetivo era conversar e unir forças em busca de um mesmo objetivo: a construção de um campo esportivo.

“Atendendo a 178 alunos, em turmas do pré ao 5° ano, não dispomos sequer de um playground para as crianças. Muitos estudantes vieram de outras escolas que tinham um espaço para esse propósito e nos cobram. Dizem que, onde estudavam antes, tinha”, destaca a diretora Elis, ansiosa pela melhoria.

Com a possibilidade de receber apoio da iniciativa privada, os representantes querem, agora, dar andamento à proposta. “Vamos procurar a Administração e confirmar se o terreno acima da escola, a área que tem pinheiros, é para uso da instituição. Segundo informações que eu recebi da Prefeitura, aquela área ficou para a educação, já que temos a outra instituição de ensino aqui ao lado”, informa a gestora.

O diretor Sidnei afirma que abrirá o processo junto à secretaria municipal de Obras Públicas o quanto antes, solicitando um projeto. Serão apontadas duas possibilidades: a de um campo com grama sintética, estilo de Futebol Society, e a de um campo livre, em areia ou concreto.

“De minha parte, vamos buscar o quanto antes. Pretendo solicitar o projeto, junto à Smop, imediatamente”, informa Sidnei. “O negócio é buscarmos parcerias, não podemos parar”, complementa Janete.

A de Educação e Cultura, Rita Carneiro Fleck, diz que prefere se pronunciar mais adiante, quando o projeto tiver sido solicitado.

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