Meme da Nazaré Confusa Foto: Reprodução / Twitter

Atualmente muita gente está finalmente se dando conta da importância de proteger suas criações intelectuais, mesmo que elas não sejam, vamos dizer, tão inteligentes assim. De acordo com a Revista Galileu, muitos usuários de internet estão registrando seus memes de modo oficial para impedir imitações.

Pensando em explorar comercialmente sua criação, a filósofa gaúcha Francine Grando procurou um escritório de advocacia para garantir a exclusividade da ilustração O que queremos, usada exaustivamente para todos os assuntos do mundo. “Descobri no meu estudo que é a empatia que gera movimento na internet. Eu não ganhei com a tirinha, mas uso esse estudo com meus clientes e fiz muitas palestras no Brasil”, disse ao site da Galileu.

Você já parou pra pensar que por trás de um meme existe uma criador?

 

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