Escolha das prioridades será feita de terça a quinta-feira da próxima semana. Foto: Acom Estado

A Consulta Popular 2018 ocorre nesta semana, entre terça-feira, dia 26, e quinta-feira, dia 28, tem um aumento de mais de 30% do valor do ano anterior. Somando todas as prioridades relacionadas pela população, resultará em investimentos de R$ 80 milhões no Estado. Esse valor representa 33% a mais do que foi distribuído no ano passado (R$ 60 milhões). O cidadão pode acessar mais informações pelo site www.consultapopular.rs.gov.br.

As cédulas com os projetos já estão disponíveis no site da Consulta Popular – http://www.participa.rs.gov.br/cedulas-homologadas-de-cada-corede/. Cada uma das 28 regiões dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) homologou entre seis e dez projetos mais relevantes. São eles que estarão disponíveis nas cédulas de votação e serão escolhidos no fim do mês. Os projetos que receberem mais votos terão as verbas destinadas para implantação.

Inclusive, na última semana a Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) liberou mais de R$1 milhão, oriundos de recursos da Consulta Popular 2017/2018. O recurso pago na última semana garante a marca histórica de superação da média de execução, cumprindo o compromisso deste governo em liquidar 100% do orçamento votado pela população.

Os projetos estão previstos no plano de desenvolvimento regional, elaborado com o Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede), que aponta as prioridades de cada região. Com a metodologia implantada no ano passado, o processo da Consulta Popular busca sanar as desigualdades regionais. No processo da Consulta Popular 2017/2018, o governo destinou R$ 60 milhões do orçamento anual, R$ 10 milhões a mais que no ano anterior.

Em 2016, pela primeira vez, a Consulta Popular repassou 100% dos recursos previstos para execução dos projetos regionais aprovados. Mesmo em um cenário de crise financeira, cerca de R$ 50 milhões do orçamento estadual foram investidos nas prioridades escolhidas no pleito 2015-2016, com foco nas desigualdades regionais e nas melhorias nos municípios.

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