Com a chegada da terceira geração, o Fit ganhou traços mais ousados e elegantes ao gosto do consumidor brasileiro. Foto: Honda/Divulgação

Confiável, baixo consumo de combustível, boa valorização no mercado de usados, compacto, espaço interno amplo e funcional e, devido ao preço, pouco acessível ao bolso da maioria dos brasileiros (a versão mais completa passa de R$ 80 mil). É com essas características destacadas que o Fit comemora agora em abril 15 anos de produção no Brasil. Hoje em sua terceira geração no país, o modelo vendeu mais de 545 mil unidades desde o lançamento por aqui. Ao longo de sua história, o monovolume recebeu 37 premiações da imprensa especializada.

Entre os pontos que se sobressaíram estão as configurações múltiplas de uso dos assentos. Além disso, foi o primeiro Honda a adotar, ainda em 2003, a transmissão do tipo CVT, que se destaca pela suavidade e respostas rápidas aos toques no acelerador. Foi principalmente por essas razões que o Fit se consolidou no mercado nacional como um veículo ideal para uso urbano. A Honda enaltece a ótima visibilidade, a posição do motorista elevada e o interior versátil, “com ampla modularidade”.

Dono de um Fit LX 1.4 ano 2012, o analista de sistemas Alex Juchem, 37 anos, elogia a ergonomia para o motorista e a posição dos botões. “A primeira vez que entrei no carro me senti abraçado. O painel é envolvente. Os comandos e porta-objetos são convenientes e ficam ao alcance das mãos. Também destaco as várias configurações que o banco traseiro pode assumir”, relata.

Outros fatores positivos, diz ele, são o belo design e a economia, pois chegou a fazer média de 18 km/litro em viagem ao litoral gaúcho, tendo dois adultos, uma criança e malas. A única ressalva diz respeito à manutenção, que normalmente é mais cara que outros carros da categoria, como as pastilhas de freio. “Mas tendo os cuidados, fazendo as revisões, a manutenção preventiva, não dá problema de oficina.”

Foi por experiências como as de Alex que o Fit recebeu 37 premiações ao longo dos 15 anos de mercado. Muitas delas estão relacionadas à ótima experiência do consumidor com o produto, diz a Honda. Diversas publicações automotivas elegeram o modelo como a “melhor compra” em sua categoria, sendo avaliado também como o automóvel que menos desvaloriza em seu segmento por diversos anos consecutivos.

Renovado no ano passado, o modelo recebeu importantes e marcantes aprimoramentos no design, segurança e conforto, tornando-o mais completo e atraente para os consumidores. É que havia algumas ressalvas quanto aos traços mais conservadores do painel, quadro de instrumentos e outras linhas internas.

Em 2018, ele trouxe novo design frontal e traseiro e cresceu em modernidade ao adotar tecnologias modernas de iluminação, como luzes diurnas de rodagem, lanternas e até faróis em led. No aspecto segurança, finalmente recebeu controle de tração e estabilidade em todas as versões, além de assistente de partida em rampa.

Linha do tempo
2003 — Lançado em abril nas versões LX e LXL, com motor 1.4 de 80 cv a gasolina e transmissão CVT
2005 — Chegada da versão EX, com motor 1.5 de 105 cv
2007 — Lançamento das versões flex para o motor 1.4
2008 — Produção da série especial S, com pacote visual esportivo
2008 — Em outubro é lançada a segunda geração do Fit no Brasil, como modelo 2009, passando a se chamar New Fit. O carro chegou disponível em quatro versões: LX, LXL, EX e EXL
2011 — A Honda amplia a gama de versões com a Fit DX
2012 — Sai o “facelift’ da segunda geração do New Fit, que trazia para-choques, faróis e grades com novo design, além de aprimoramentos mecânicos
2013 — Honda apresenta o Fit Twist, versão aventureira desenvolvida para o mercado brasileiro
2014 — Fit é apresentado na versão CX automática, “com ótimo custo-benefício”
2015 — Lançamento da terceira geração do Fit no Brasil
2017 — Terceira geração recebe alterações de design, com adoção de novos equipamentos de segurança e conectividade

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