Capa e máscara que teriam sido utilizadas no ritual foram encontradas em cofre que estava no templo e demorou cinco horas para ser aberto. fotos: Divulgação/Polícia Civil

A Justiça de Novo Hamburgo concedeu liberdade provisória a sete homens suspeitos de terem matado duas crianças em suposto ritual de magia negra, com propósito patrimonial. O pedido foi formulado pela Polícia Civil e recebeu parecer favorável do Ministério Público. A investigação apontou que os depoimentos que incriminavam eles eram falsos.

A decisão da juíza de direito Angela Roberta Paps Dumerque, da Vara do Júri da Comarca de NH, é desta tarde e se refere aos cinco homens que estavam presos e aos outros dois foragidos. “Considerando que as decisões que anteriormente decretaram prisões temporárias e preventivas se basearam na investigação policial apresentada e postulação do Delegado de Polícia responsável pela investigação à época e neste momento, com o aprofundamento das investigações, se observa que as novas informações angariadas ao feito possuem o condão de derruir o conjunto probatório até então existente, revogo a prisão preventiva e concedo a liberdade provisória”, considerou a magistrada.

A prisão temporária dos suspeitos foi decretada em no dia 21 de dezembro de 2017 e a conversão para prisão preventiva, em 5 de janeiro de 2018.

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