Palestra sobre a história da região monopolizou a atenção dos estudantes

Tradicionalismo. Alunos conheceram espaço e acompanharam palestra sobre história da região

O Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Charla Galponeira recebeu nesta sexta-feira, dia 14, e na quinta-feira, dia 13, estudantes da rede municipal de ensino de Pareci Novo. Parte da programação da Semana Farroupilha do Município, o evento tinha como objetivo integrar os jovens com o ambiente do local e também promover a cultura gaúcha.

Na manhã desta sexta-feira, alunos das Séries Finais das escolas municipais Beato Roque e José Pedro Mendel participaram da atividade. Eles acompanharam uma palestra com o tradicionalista Flávio Patrício Vargas, que falou sobre a história da região. Em sua fala, o palestrante falou sobre a origem do nome Pareci Novo e também cantou a música “Pareci, canção de história e lenda”, de sua autoria. A letra fala sobre a história da cidade e rendeu aplausos para o tradicionalista. Depois, alguns alunos e professores realizaram danças de integração.

Alunos e professores participaram de dança de integração

“Gostei de conhecer mais a história de Pareci”, garantiu Arthur Castro, que está no 8º ano da escola Beato Roque. Dizendo gostar da tradição, ele disse ter como costume a participação em evento no CTG. Quem não tem esse hábito é Lívia Rosa, estudante do 8º ano da escola José Pedro Mendel. “Não tenho muito contato, mas acho importante continuar com a tradição”, afirmou.

A patroa do Charla Galponeira, Izabel Diovani da Silveira, destacou que a integração serve para os alunos aprenderam mais sobre a cultura gaúcha e sobre a Semana Farroupilha para continuarem cultivando a tradição. “É importante eles estarem dentro do CTG para verem como mantemos a cultura”, comentou. Ela observou ainda que se o movimento fosse o contrário, com os tradicionalistas indo até as escolas, talvez a ação não teria o mesmo efeito.

Izabel Diovani e Flávio Patrício Vargas

Diretora da escola Beato Roque, Elisa Larsen, comentou que a ida dos alunos para a sede da entidade é importante para eles conhecerem o espaço rústico onde a cultura gaúcha é preservada. “O cenário faz parte. Conhecer o galpão contribui e aqui há a presença da Chama Crioula”, ressaltou.

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