Todos os anos cerca de 1,3 milhões de pessoas perdem a vida devido à imprudência ao volante, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Realizada em 178 países, a pesquisa aponta o trânsito nona maior causa de mortes do planeta. O Brasil ocupa o quinto no trágico ranking de óbitos nas estradas, atrás apenas de: Índia, China, EUA e Rússia.
Os números poderiam ser, extremamente, diferentes se a população fosse menos irresponsável. Muitos irresponsáveis causam óbitos e dilaceram famílias devido a comportamentos inadequados.
Ultrapassagens proibidas, excesso de velocidade, embriaguez ao volante, falta do cinto de segurança… a lista é extensa. Quem age assim busca encerrar presença na Terra. A cada uma dessas ocorrências, o risco de não voltar para a casa ou nunca mais abraçar os pais, esposo (a) e filhos (as) cresce consideravelmente.
É quase inacreditável as inúmeras campanhas de conscientização não convencerem esses péssimos motoristas. Temos, por exemplo, o Maio Amarelo, um movimento mundial com o objetivo de tentar diminuir os óbitos nas vias. Mesmo assim, apesar das várias ações nesse sentido, uma parcela da população finge não ouvir. Falta amor pela vida e pelos seus semelhantes.
Mudar essa vergonhosa situação é simples, não demanda muito esforço. É necessário apenas ter empatia e respeito pela história dos outros. Diferente dos imprudentes, muita gente deseja voltar para casa em segurança.

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