A eliminação da Seleção Brasileira para a Bélgica, na última sexta-feira, pelas quartas de final da Copa do Mundo, levantou dúvidas sobre o trabalho do técnico Tite e sua continuidade no comando verde e amarelo. Para muitos brasileiros, o projeto fracassou devido às convicções do treinador gaúcho. No entanto, se não fosse Tite, o Brasil poderia ter ficado de fora de uma Copa pela primeira vez em sua história.
O atual comandante da nossa seleção assumiu o cargo em junho de 2016, quando o Brasil ocupava a preocupante sexta colocação nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa da Rússia. Com uma campanha praticamente perfeita e vaga assegurada com antecipação para o Mundial de 2018, Tite foi o grande responsável por recuperar os principais jogadores do nosso País e devolver aos brasileiros a paixão de torcer pela Seleção. Não só pelos resultados, mas porque o Brasil voltou a jogar muito.
A equipe canarinho, que corria sérios riscos de não disputar a Copa deste ano antes de Tite assumir, tornou-se uma das favoritas ao título com o treinador gaúcho na casamata. Até o jogo diante dos belgas, a seleção tinha apenas uma derrota (em um amistoso contra a Argentina) em 25 jogos sob o comando de Tite, e nunca havia sofrido mais de um gol na mesma partida.
O sonho do hexa fica para 2022, no Catar, e passa diretamente pela permanência de Tite no comando técnico. Hoje, não há ninguém melhor que ele para comandar a nossa seleção. O treinador terá tempo de sobra para rever algumas convicções e analisar a nova safra de bons jogadores que está surgindo.

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