Seja no café da manhã, no almoço, no lanche ou no jantar, no prato principal ou no acompanhamento, em praticamente tudo que consumimos há o dedo de um produtor rural. De forma direta, ou como matéria-prima da indústria, a agropecuária é fundamental, tanto na sobrevivência do cidadão como para o desenvolvimento econômico.
A força do agronegócio é indiscutível e um levantamento divulgado recentemente pela Fundação de Economia e Estatística (FEE/RS) reforça sua importância. O setor iniciou o ano de 2018 com recorde na criação de emprego formal em janeiro. Para muitos, o trabalho nessa área é sazonal, pois depende da necessidade de cada cultura, mas o comparativo com o mesmo período do ano anterior é um indicativo de crescimento. Em relação a janeiro de 2017, a diferença positiva foi de 4.248 empregos. E vale reforçar que se trata de emprego formal, ou seja, registrado na Carteira do Trabalho.
O trabalho é importante para o crescimento da economia e para o desenvolvimento humano. A certeza de uma renda garante melhores condições de vida e colabora para a autoestima de uma pessoa, que se sente útil ao estar produzindo. E essa situação se destaca em um cenário em que o desemprego é um fantasma que ressurgiu nos últimos anos e ainda assombra uma parcela significativa da população.
Investir no agronegócio é, portanto, um estímulo ao trabalho e a tudo que envolve o que ele representa: melhores condições de moradia, menor evasão escolar, menos violência e maior autoestima. E ainda menos inadimplência e mais consumo, o que acaba por também gerar mais emprego.

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