O Ibiá Saúde dessa semana fala de fé. Sim, saúde e fé estão próximas e a ciência vem confirmando que a religiosidade impacta na cura de doenças. Estamos falando da fé de forma plural, que se manifesta na igreja, no templo, casa espírita, na congregação, no terreiro. Ou da religiosidade que se manifesta unicamente dentro de cada um, sem que a pessoa tenha uma religião específica.
Ninguém está dizendo, com isso, que a medicina tradicional tenha perdido sua importância, mas que o espiritual não pode mais ser ignorado ou deixado de lado, como se fosse algo de menor valor. Cuidar do espirito é tão importante quando do físico e um interfere no outro.
Abordamos a fé que faz cada ser humano – dentro da sua crença – manter a esperança nos momentos mais difíceis da sua existência, a doença em si mesmo ou naqueles que ama. Falamos de temas por séculos condenados pela ciência e que hoje são observados com respeito. Porque aquilo que ainda não foi compreendido ou totalmente esclarecido e comprovado não necessariamente é uma mentira. Pode até não lhe servir, mas convém tratar com respeito.
Do milagre reconhecido pelo Vaticano até a benzedeira que leva paz a toda uma comunidade, o que é real e o que é esperança vã? Como um simples passe pode acabar com a dor através da transmissão de uma energia? O que explica um coração voltar a bater após dias parado, quando a equipe médica já desistiu? Não se explica. Ainda. No futuro, talvez. Certo é que enfrentar a vida com fé torna o caminho menos árduo.

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