Sentado em frente de seu maior adversário, o fracassado artista busca uma maneira de derrotar seu oponente em uma única jogada. Ele sabe que seu inimigo é mais forte e possui um intelecto superior ao seu.
Amantes de Dostoyevisky, Nietzsche e Karl Marx, eles elaboram suas estratégias de como adentrar no campo inimigo utilizando de seus ensinamentos.
O jovem Alemão descobre que, massificando as pessoas através de um discurso estadista, seria bem aceito por uma população empobrecida. Já seu adversário acredita que, eliminando seus opositores e arrancando da população seu direito de liberdade, poderia, através da força e do medo, vencer seu adversário facilmente.
Como acabou esta partida todo mundo sabe. O que pouca gente sabe é que hoje pode estar jogando inconscientemente o mesmo jogo.
Ao acreditar que somos frutos de um construtivismo social e não de nossa realidade objetiva, estamos, aos poucos, caminhando para o mesmo confronto do século passado.
Seja cético, a destruição do eu e do individualismo por um multiculturalismo e coletivismo nos levará rapidamente ao conflito. As mesmas armas usadas pelos amigos e posteriormente inimigos, Adolf Hitler e Stalin, são as mesmas usadas hoje.
Como no século passado, jovens e grupos de interesse estão jogando o mesmo jogo utópico. Alguém aí ainda acredita que em um mundo que não para de crescer seja possível tal devaneio? Algumas pessoas por desconhecer a história, outras movidas inconscientemente pelos algoritmos e, por último, as que conscientemente trabalham para fomentar este anarquismo, criando o caos e os elementos para o conflito.
Matam o direito de propriedade e aniquilam o eu. Estão seguindo à risca os mesmos planos de destruição em massa daqueles que criticam. Pessoas estão sendo presas e suas vidas atacadas por simplesmente não aceitarem esta massificação.
Não se trata de sobrepor universos diferentes. Trata-se de respeitar a não aceitação de algo imposto. Se continuarmos criando leis e forçando a aniquilação da individualidade, caminharemos mais rapidamente para o caos.
Nosso passado está aí para provar que tais utopias não são possíveis nas relações humanas e que trazem muito mais dor do que alegria.
Para aqueles que acreditam nestas loucuras utópicas, fiquem tranquilos, os algoritmos lhes proporcionarão um mundo de múltiplos Eu’s, onde você (não humano) ficará preso ao seu hedonismo e niilismos. Xeque-mate para Hitler e Stalin.

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