Um homem rico, que se dizia cristão, orava regularmente com sua família para que Deus cuidasse dos pobres e dos sofredores deste mundo. Contudo, quando alguém necessitado batia à sua porta, ele prontamente dizia que não tinha nada que pudesse compartilhar. Seu filho pequeno sempre ficava triste ao ver o pai despedir os pobres de mãos vazias. E, no entanto, todas as noites ele sempre ouvia a mesma oração: que Deus cuidasse dos necessitados.
Certo dia, o menino disse ao pai:
– Papai, eu gostaria de ter todo oseu dinheiro.
– E o que você faria com ele, meu filho?
– Eu responderia as suas orações com ele, papai!.
Será que frequentemente não fazemos orações sem ao menos sermos sinceros a respeito do que estamos pedindo? Será que percebemos que muitas das respostas de nossas próprias orações estão ligadas à maneira como vivemos?
Nos evangelhos, Jesus critica os fariseus hipócritas, quando estes usavam requintadas orações como um disfarce de piedade, encobrindo a realidade, que era de interesses egoistas.
Em total contraste com eles, Jesus revelou a verdadeira devoção ao esquecer de Si mesmo e “entrar na pele” dos que sofrem para ajudá-los.
P. Cleber Fontinele Lima

Programação da Semana
– 06.11: quarta: 19h Diálogo pré-batismal;
– 07. 11: quinta: 19h30 Ensaio do Coral; 19h30 Reunião do Presbitério (diretoria e representantes dos Departamentos);
– 10.11: domingo: Culto no centro com Batismo;
– 12.11: terça: 15h OASE centro visita a doentes e idosos.

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