Projeto foi lançado no Auditório Moacyr Scliar, da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Foto: Divulgação AMRIGS

Em uma iniciativa pioneira, Porto Alegre torna-se destaque no rastreamento do câncer de intestino. Em solenidade realizada no Auditório Moacyr Scliar da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) com a participação do presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), foi anunciado o projeto destinado à população-alvo de 60-75 anos, com maior risco deste câncer e, por isso, com elevada recomendação de rastreamento.

O projeto terá parceria do Instituto Nacional de Câncer (Inca) e da UFCSPA. A reitora da Universidade, Lúcia Campos Pellanda, valorizou em seu discurso a importância do trabalho para a sociedade e para o meio acadêmico. Na capital, o procedimento será realizado através do teste de sangue oculto nas fezes do tipo imunoquímico de dois em dois anos em pessoas assintomáticas de 60-75 anos. Havendo resultado positivo, o paciente será encaminhado para a realização de colonoscopia.

O câncer colorretal (câncer de intestino) é o 3º câncer mais comum em homens e o 2º mais comum em mulheres no Brasil. Quando diagnosticado em fases iniciais, a chance de cura é maior e, além disso, na maioria dos casos, o câncer colorretal é precedido por lesões pré-malignas, que, caso identificadas e tratadas, não evoluirão para câncer.

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