Helloween se apresenta amanhã à noite em Porto Alegre. foto: reprodução internet

Não é magia, nem feitiçaria, mas é com o heavy metal que os fãs já conhecem que o Helloween faz show amanhã em Porto Alegre. A data não podia ser mais especial, pois é bem no Dia de Halloween, mas mais importante é que a banda estará em formação lendária. É desses shows que fã nenhum perde.

A passagem da turnê “Pumpkins United World Tour” pelo Sul é aguardada há um bom tempo e a expectativa é de evento lotado. Os ingressos podem ser comprados pelo site do Blueticket, com valores partindo de R$ 125,00 mais taxas.

Depois de duas décadas, o vocalista Michael Kiske e o guitarrista Kai Hansen estarão lado a lado no palco e, além deles, o espetáculo com aproximadamente três horas de duração reúne Michael Weikath, Markus Grosskopf, Andi Deris, Sascha Gerstner e Daniel Löble.

Ricardo é fã do grupo alemão e tem toda a discografia deles guardada. Foto: arq. pessoal de Ricardo S. Marques

Quem está contando as horas para o evento é o jornalista Ricardo Schwerther Marques, de 40 anos. Fã da banda alemã, ele diz que a diferença para outros grupos é que os músicos foram criadores de um estilo dentro do heavy metal. “Eles pegaram os riffs dobrados e as estruturas de bandas como Iron Maiden e somaram a velocidade de gente como Accept e Motörhead. O resultado é conhecido desde então como Power Metal, gênero do qual são os mestres absolutos”, sentencia. Além disso, Ricardo garante que o Helloween revelou ao mundo um dos melhores cantores: Michael Kiske, que vem pela primeira vez a Porto Alegre nesse show.

Ricardo possui em CD toda a discografia da banda e, neste sentido, os álbuns “Master of the Rings”, “Better than Raw”, “The Legacy” e “My God Given Right” são os seus preferidos.

Na opinião dele, a fase dos músicos é insuperável. “Eles têm uma carreira de responsa. Avaliar a trajetória vitoriosa é fácil: os caras surgiram como grandes promessas na segunda metade dos anos 1980, perderam o trem da história e a chance de se tornarem gigantes com erros cometidos no começo dos anos 1990, mas deram a volta por cima e estão aí há mais de 30 anos. E, o mais importante, sempre relevante”, comenta.

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