Industriário, hoje aposentado, Valdemar Bez Machado mora no bairro que ajudou a fundar e ao lado do mercado, que foi um dos primeiros empreendimentos a se instalar na Timbaúva

Aos 84 anos seu Valdemar Bez Machado foi um dos loteadores do que hoje é o bairro Timbaúva. Morador desde fins dos anos 80 e vizinho do mercado Mombach, ele lembra dos primórdios, quando ali, em um prédio de dimensões modestas, o empreendimento do setor de alimentos teve início.
Ainda hoje ele recorda a chegada da família em Montenegro, onde fixou raízes. “Viemos em 1958 para trabalhar na ferrovia de Porto Alegre/Passo Fundo. Meu pai era empreiteiro e compramos essa área na Timbaúva”.

Hoje vizinho do Mercado, seu Valdemar recorda:
“Nos anos 70 tudo isso aqui era lavoura. Tinha eucalipto, acácia, milho, e hortas. Doamos um terreno para a igreja Católica aqui do bairro e dentre os primeiros lotes comercializados, estava o do Mombach. Uma parceria de pioneirismo e uma história de sucesso pelo desenvolvimento econômico da cidade.”
Seu Valdemar tem orgulho de ter investido o resultado de uma vida de trabalho árduo na cidade. “Tivemos a ideia, as empresas vieram e estão aqui até hoje. Estou vendo a Timbaúva crescer, juntamente com supermercado Mombach”, destaca.

Dona Lúcia e a irmã Claudina Coronet

Não fechou a conta: a cliente que tomou empréstimo com Dona Nayr
Lúcia Coronet – costureira aposentada
Ainda menina, dona Lúcia acompanhava a mãe para comprar o “rancho” no Mombach. “Lembro que seu Nerci trazia aqui em casa tudo em um balaio”, conta. Com passar dos anos a mãe já não tinha forças para ir ao supermercado e pedia à filha Lúcia para tomar conta do rancho. Foi nessa época, quando tinha seus 30 anos de idade que aconteceu um caso curioso no supermercado. “Passei as compras e faltou dinheiro. Olhei para dona Nair e pedi emprestado. Ela prontamente me deu o dinheiro. Depois paguei certinho”, conta a idosa.
Com o passar do tempo, Lúcia, 85 anos e a irmã Claudina Domitilla Coronet, 94 anos, se estabeleceram como costureiras na cidade. “Além de freguesas do mercado, também fazíamos roupas sob encomenda para a família Mombach. Por 50 anos costuramos na cidade”, diz dona Lúcia que ainda hoje freqüenta os corredores do Mombach no centro.

A empresária Nilceti Theobald destaca a capacidade de inovação do Mombach ao longo das décadas

Inovação é característica do Mombach
Nelcite Maria Theobald – empresária
Tão logo começou a expansão comercial da Timbaúva, a empresária Nelcite Maria Theobald se estabeleceu no efervescente bairro montenegrino. Há 30 anos ela abria a loja própria de vestuário. Não demorou muito até a empresária se tornar cliente do Mombach . “O Mombach chegou pouco antes de nós. Estavam em outro prédio. Era pequeno e acompanhamos a expansão”, aponta a empresária.
Com a prosperidade da região, Nelcite comprou o terreno onde a loja está situada atualmente e logo em seguida, o mercado se tornou praticamente vizinho “do lado”. “Eles construíram logo depois da gente e pela localização, atendimento e qualidade sempre estou ali”. Como empreendedora, o que mais chama a atenção de Nelcite é a capacidade de inovação do Mombach. “Eles inovaram na climatização, creio que foram os primeiros na cidade. A loja é um lugar agradável. Desejo que as novas gerações continuem nessa busca pela qualidade”.

Dona Herti conta que ir ao Mombach já é parte da rotina diária

Uma rotina entre idas e vindas na loja do centro
Herti Schaurich de Oliveira – aposentada
Desde que se estabeleceu em Montenegro, dona Herti de Oliveira se tornou uma das clientes mais assíduas do supermercado Mombach. “Pela localização e praticidade nos tornamos consumidores. Tem pão, hortifruti e muita coisa boa! Já faz parte da minha rotina”, revela dona Herti que aos 72 anos de idade, frequenta o mercado pelo menos três vezes por dia.
Freguesa da época do “caderninho de contas”, ela lembra dos tempos em que o supermercado era um pequeno estabelecimento ao lado de uma Loja de esquina da família Mombach. Ela também nos conta que o atendimento e simpatia, foram fatores que a fidelizaram na loja do centro. “Desde o tempo de dona Nair ela era sempre muito legal, orientava a gente sobre produtos. Gosto do atendimento e da qualidade dos produtos”, afirma dona Herti.

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